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Archive for setembro \28\UTC 2009

Feito por João, Maria, José, Joana… e você

setembro 28, 2009 Deixe um comentário

Por Derick Almeidainteracao2

A enciclopédia virtual, Wikipedia, pode despertar nos internautas sensações distintas. Há aqueles que acreditam que a ferramenta é ainda incipiente e, consequentemente, passiva de incertezas e incoerências. Entretanto, há outros que creem que o Wikipedia é tão eficiente quanto as mais famosas enciclopédias impressas.

O meio digital, hoje, é o único media efetivamente social, que possibilita a construção do conhecimento geral de maneira compartilhada. Isso, é claro, gera dúvidas à respeito do conteúdo veículado, justamente por não se conhecer o autor da obra, sua formação e suas demais experiências ao longo da vida. A impessoalidade da internet traz esta insegurança.

Todavia, novas tecnologias levam à novas percepções. O fato de não se acreditar nos vários indíviduos que formam este mundo é, de certa maneira, ultrapassado, pois provém da mecânica funcionalista emissor-receptor. Ou seja, a disseminação de conhecimento pode partir apenas daqueles poucos, bons e notórios. Atualmente, este modo de pensar não se encaixa aos novos padrões de comunicação. De acordo com o fundador da enciclopédia digital Wikipedia,  Jimmy Wales, em entrevista à Época Negócios ressaltou que cada um de nós é especialista em algo e podemos contribuir com este conhecimento para a solidificação de um ambiente 2.0. Construir uma enciclopédia a partir de “anônimos” significa que, em primeiro lugar, é importante assumir a farsa da onipresença midiática. Em outras palavras, os meios de comunicação não podem estar em todos os lugares, a todo momento e, ainda por cima, saberem sobre todos os assuntos com uma propriedade divina.

Saber utilizar pessoas espalhadas mundo a fora, seus conhecimentos e perícias, é reconhecer o poder intrínseco da comunicação que todos partilham. Esta percepção do mundo informacional é essencial na cultura digital. Trabalhar a partir de antigos paradigmas em pleno século XXI é como tentar encaixar uma peça de quebra-cabeça no lugar errado.

Despertadores não necessitam mais de som

setembro 27, 2009 Deixe um comentário

Por Mayara Martins

Ring

O Silence e o Ring são novos despertadores que surgiram recentemente no mecado internacional e que possuem um diferencial: funcionam sem som. Talvez você se pergunte como?  Ambos funcionam a partir de vibrações.

O Silence foi criado pelo designer Johan Brengesjö e trata-se de um anel de borracha ajustável ao dedo que é pré-programado para vibrar na hora escolhida sem precisar recorrer ao som que irritava alguns.  Este projeto foi o ganhador do International Design Excellence Awards 2008.

O Ring segue o mesmo princípio do Silence e foi criado pela designer Meng Fandi. Segundo a designer seu diferencial é a apresentação em par, o que facilita a vida de casais que precisam acordar em horários diferentes. O Ring, segundo Fandi, melhoraria a qualidade de vida a dois ao não interromper o sono do parceiro.

Silence

Disque $$$$-$$$$

setembro 26, 2009 Deixe um comentário

A mais recente conquista dos aparelhos celulares

Por Natally Gamacell-phone-shopping_~pgi0103

Agenda eletrônica, tocador de MP3, câmera fotográfica, telefone… ah sim, agora podemos adicionar uma nova função aos celulares: o de cartão de crédito.  Muitas pessoas já estão fazendo uso do seu aparelho portátil para efetuar pagamentos em shoppings, bares e companhias de viagem.

Um dos exemplos desta nova realidade pode ser observado no Reino Unido. Em vídeo produzido pela agência Reuters, os britânicos são vistos fazendo compras no supermercado Tesco por meio do site da empresa, via celular. O Brasil, por sua vez, também já pode fazer uso em alguns casos desta nova ferramenta segundo a reportagem produzida pela Revista Época, O celular paga a conta. Além de outros dados, o texto ilustra que 800 mil brasileiros já pagam suas contas utilizando este serviço, sendo grande a expectativa em torno da aderência de “grandes redes de Varejo”.

Com questões pendentes a serem resolvidas, como a garantia da manutenção da privacidade dos dados oferecidos, “as compras móveis” ainda não são um sucesso, mas podem vir a ser uma boa opção para aqueles que desejam manter o seu dinheiro seguro, e em casa.

É o fim do quadro negro e do giz

setembro 21, 2009 1 comentário

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Por Aline Rodrigues

Você já ouviu falar em lousa digital? Pois é, ela existe. Um monitor conectado ao computador, uma tela branca sensível ao toque, uma caneta que não danifica a tela e um apagador virtual. Todos esses elementos fazem parte do ensino na era moderna. Foi-se o tempo em que o professor precisava usar o giz e ficar todo sujo com o pó ou ter o trabalho de apagar a lousa, ás vezes solicitando a ajuda de um aluno para isso.

A praticidade da lousa digital é tamanha que o professor pode acessar páginas na internet, escrever, desenhar, abrir arquivos e salvar o que foi escrito nas aulas. Espera-se que a lousa digital chame mais a atenção dos alunos porque os jovens hoje estão bem familiarizados com os novos meios tecnológicos, como computadores e video games. No Brasil, escolas particulares já adotaram essa nova tecnologia em sala de aula. Mas a novidade é que agora ela chegou também nas escolas públicas. O Estado de São Paulo é o pioneiro na utilização deste novo recurso, e já implantou o sistema em 26 escolas de Hortolândia. Veja aqui uma reportagem do Jornal Hoje sobre a lousa digital.

Pets no Radar

setembro 19, 2009 Deixe um comentário

Na tentativa de diminuir incidências de roubo e abandono, animais na capital paulista passam a ser identificados com microchip

Por Natally Gama

De acordo com a prefeitura de São Paulo, todos os animais vendidos ou doados na capital deverão trazer consigo um microchip identificador. A Lei foi oficializada em 2002 e apesar de a regra ainda não ser seguida por todos, a microchipagem está aderindo cada vez mais seguidores preocupados com a segurança “dos seus melhores amigos”.

O chip é posto dentro de uma cápsula do “tamanho de um grão de arroz” – como diriam os veterinários – e é injetado com o auxílio de uma seringa próximo ao pescoço de cães e gatos. No caso de uma eventual perda, eles podem ser reconhecidos com um leitor especifico que indicará todos os dados do dono.

A medida ainda não vigora em caráter nacional, mas o Estado do Rio Grande do Sul passou a partir deste ano a adotar a idéia (clique aqui para ler a matéria produzida pelo jornal Zero Hora sobre o assunto).

A técnica é utilizada pelos veterinários do Zoológico Municipal de nossa cidade há sete anos, e a despeito da brincadeira com o título acima, o microchip ainda não tem localização por satélite (GPS). “Os donos iriam adorar, se existisse isso”, disse o veterinário Gustavo Mantovani em entrevista ao site G1. Se depender da tecnologia, logo não estaremos muito longe desta realidade.

Links Úteis:

http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/saude/vigilancia_saude/ccz/ (site do Centro de Controle de Zoonoses)

http://www.adotacao.com.br/

http://www.olharanimal.net/ (sites de adoção de cães e gatos)

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Com chip ou sem chip, cuide bem do seu bichinho

Pegue e faça! A construção do seu mundo em apenas um clique

setembro 17, 2009 Deixe um comentário

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Por Derick Almeida

Convergência de mídias. É algo que, com certeza hoje, a comunicação social não consegue se imaginar sem.

Acessar um vídeo, escutar a música favorita e, ao mesmo tempo, ler um artigo do economista Paul Krugman no The New York Times sobre os efeitos nefastos da crise econômica / humana global em uma mesma plataforma ou aparelho é resultado deste fenômeno denominado convergência de mídias.

Mas será que isso afeta o modo como pensamos, lidamos com a informação e percebemos o mundo ao nosso redor?

A resposta é: com certeza! A primeira consequência deste processo de convergência midiática é a forma acelerada pela qual temos acesso aos mais diferentes conteúdos em diferentes formatos. São hiperlinks e hipertextos que nos proporcionam uma narrativa não-linear do mundo. Nós conseguimos construir nossa percepção da realidade a partir de fragmentos e informações escolhidos e cadenciados a partir de critérios cada vez mais subjetivos na tela do computador ou celular.

Neste contexto, a comunicação social teve de desempenhar um papel multi-facetado e cada vez mais dinâmico. Exigiu de seu profissional um conhecimento tecnológico bastante elevado e o destituiu de rótulos. Atualmente, não há uma divisão coerente de profissionais de televisão, redação ou de rádio. Por meio de apenas um profissional a informação pode tomar diferentes formas e chegar ao público da maneira a mais cognitiva possível.

Este cenário, além de criar uma oportunidade para que a informação chegue de diferentes maneiras a um público heterogêneo, que hoje pode ser um receptor e amanhã um emissor de conteúdo, estabelece um diálogo incessante entre método global e conteúdo local. E, tudo isso de maneira instantânea. Se após a Revolução Industrial burguesa vivia-se ao ritmo do vapor, hoje vive-se ao ritmo do clique. De maneira que isso se refletirá em cada setor de nossas vidas, desde nossos relacionamentos interpessoais até o modo como desempenhamos nosso trabalho.

Até o momento, o blog O Tecno Mundo, em suas diferentes matérias conseguiu mostrar de maneira enfatica algumas das tecnologias que significam e re-significam o ambiente de convergência de mídias. Podemos ressaltar duas recentes matérias como a do video-game interativo Nintendo Wii, que na verdade apareceu, devido ao desejo interativo já despertados nas pessoas pelo computador e o Pen Drive da fabricante Kingston que armazena 64GB de informação multi-mídia, ou seja, um belo exemplo de como precisamos de bastante espaço e rapidez para arquivar dados em diferentes formatos e tamanhos.

Computadores de faculdade oferecem riscos a pen drivers

setembro 15, 2009 Deixe um comentário

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Por Diego Pontes

É fato que os pen drivers e mp3 players, assim como os telefones celulares com banco de dados, estão entre as mais significativas contribuições da informática para a vida moderna. Afinal, nenhum outra tecnologia portátil (disquetes, CDs e DVDs) consegue transportar arquivos multimídia com tanta praticidade e velocidade.  A enorme capacidade de armazenamento destes aparelhos também os destaca perante os demais: um pen drive como o Kingston DT 150, por exemplo, pode gravar cerca de 64 GB de arquivos de todos os formatos – o que corresponde ao poderio de um disco rígido de um computador pessoal.

No entanto, apesar de possuirem uma gama de vantagens, os pen drivers e similares estão longe de serem seguros. Uma vez que funcionam como HDs portáteis e entram em contato com computadores todos os dias, estes dispositivos estão sujeitos a poderosos vírus e malwares (aplicativos maliciosos que prejudicam o desempenho do disco rígido). Em locais dotados de rede coletiva e onde a quantidade de acessos é muito grande, como empresas, escolas e, principalmente, universidades, os riscos de infecção são ainda maiores.

O estudante de publicidade Brian Carravieri, 21 anos,  fala sobre as conseqüências de um contato entre seu pen drive e um dos computadores da faculdade em que estuda. “Recentemente meu pen drive pegou trojans e worms no pc da faculdade. Por conta disso, meu notebook foi gravemente infectado e a única solução foi formatá-lo” – conta – “Depois dessa lição, aprendi a me proteger melhor em relação aos vírus provenientes dos pen-drivers”.

Proteger um pen drive de ameaças virtuais não é uma tarefa fácil. Isso porque, na maioria das vezes, é impossível saber se a máquina na qual o seu aparelho está conectado está infectada ou não. Além disso, alguns vírus, quando fixados no pen drive ou em um computador pessoal, são difíceis de se deletar. A única opção para o usuário comum acaba sendo a formatação, o que pode resultar na perda de documentos e arquivos.

Outro fator que contribui para proliferação dos vírus é o autorun. Esse arquivo, presente na maioria dos dispositivos móveis,  ativa o processo de execução automática do Windows -responsável por ler mídias e aparelhos quando estes são inseridos no computador. No caso dos pen drivers, entretanto, esse procedimento pode significar um problema: se estes estiverem carregando alguma ameaça, o autorun será lido pelo sistema operacional e, imediatamente, executará o vírus dentro do pen drive. Consequentemente, esse vírus se espalhará pelo computador, danificando arquivos e atrapalhando funções do sistema.

Brian, que também é técnico em informática, acredita que a melhor resposta para esses problemas é a prevenção. “Infelizmente, a gente não pode saber quais máquinas tem vírus. O jeito é desabilitar a execução automática do Windows, usar um bom software para detectar Malwares em pen-drives  – como o Pen Clean – e, por último, um anti-vírus eficiente , como o Kapersky ou o gratuito Avira“, afirma.

Aprenda a desabilitar a função autorun no link abaixo:

http://blog.euler.eti.br/dicas_tuto/pendrive-com-vrus-saiba-como-se-proteger

Vídeo Aula sobre remoção de vírus de pen drivers:

http://guteco.microlinscaico.com.br/?p=416

Outros links úteis:

http://info.abril.com.br/reviews/software/seguranca/clamwin-o-exterminador-de-virus-roda-no-pen-drive.shtml

http://blog.euler.eti.br/software/pen-clean-remova-os-vrus-do-pendrive

http://www.profissionaisdeweb.com/seguranca/como-tira-virus-do-seu-pen-drive-autoruninf/

http://www.vejaisso.com/2009/03/08/proteger-pen-drive-de-virus-panda-anti-virus-pendrive-vacina-download/

Ler nunca foi tão portátil

setembro 12, 2009 2 comentários

Leitores de livros eletrônicos são a nova febre nos Estados Unidos. Kindle  e Sony Reader são os principais concorrentes no segmento.

Por Natally Gama


A música sofreu uma revolução quando a Apple trouxe ao mundo o Ipod, facilitando muito a vida de quem ao longo do dia gostava de ouvir uma boa canção e não podia levar uma briefcase de CD’s consigo. Ao que tudo indica teremos o mesmo fenômeno com os chamados E-books, aparelhos que permitem uma grande armazenagem de livros dos mais variados tipos e que podem ser lidos no lugar e na hora que o dono quiser.

A iniciativa na comercialização dos e-books se deu em 2007 quando o Amazon disponibilizou para compra o Kindle, software criado pelo próprio site de vendas e que recebeu o aval da rainha da mídia Oprah Winfrey.

Por sua vez, a Sony também resolveu competir pela preferência do público literário e ligado em tecnologia, e está levando vantagem: a marca fechou recentemente com o Google um acordo em que o último se compromete em ceder gratuitamente meio milhão de livros para os usuários do Sony Reader. E se a Oprah deu seu endosso ao Kindle, a apresentadora Ellen Degeneres não deixou por menos e fez propaganda do gadget da Sony em seu programa, “Ellen’s 12 days of Giveaways”.

Resta agora saber quando a novidade chega ao Brasil, pois ambos os produtos tem sua compra restrita ao mercado americano. Até lá só nos resta andar com nossos títulos prediletos na mochila…

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Kindle X Sony Reader: Quem leva a melhor?

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Fusão de mídias

setembro 10, 2009 1 comentário
Agora também podemos jogar com o corpo

Agora também podemos jogar com o corpo

Por Mayara Martins


Lançado no mercado em 2006, o videogame Wii, da Nintendo, impressionou logo no início e gerou euforia por conta da inovação proposta. Trata-se de um console no qual os jogos são interativos, ou seja, usam-se os movimentos do corpo para realizar determinadas ações no game.

Para estudiosos do meio midiático, o Wii se constitui em uma espécie de revolução por realizar a fusão entre duas mídias: a primária – corpo – e a terciária – corpo mais sistemas amplificadores. Nós utilizamos a mídia primária desde o início da comunicação entre os seres humanos. Já a mídia terciária constitui um fenômeno mais recente.

Mas, segundo Norval Baitello, “o mais moderno não suprime o mais antigo”. É justamente o que acontece neste novo videogame: estas duas mídias, ao invés de se anularem, integram-se e passam a atuar conjuntamente para realizar a comunicação.

Felipe Monteiro, 20 anos, relata sua primeira experiência como console: “Foi diferente porque nunca precisei mexer mais do que os dedos pra poder jogar” – comenta.

O que se passa é uma transformação na forma como aliamos estes dois tipos de mídia para trabalharem em conjunto. E há mais novidade chegando. A Microsoft está desenvolvendo uma melhoria para o videogame Xbox 360, o Project Natal. Trata-se de uma nova tecnologia capaz de captar movimentos e a voz dos jogadores e que dispensa o uso de controles. Esse seria mais um avanço na utilização do corpo juntamente à mídia terciária.

Twitter e o jornalismo

Por Aline Rodrigues


O twitter revolucionou a informação. Um número limitado de caracteres, 140, faz o emissor se adaptar ao mundo moderno, enviando informações em menos tempo e em menos espaço. Uma informação compacta que acompanha o ritmo de quem tem pressa. O emissor pode ser anônimo ou famoso, mas tem seus seguidores que acompanham tudo que é divulgado por ele. A democracia é a palavra da vez.

Com esse novo mercado de informação, muitos veículos estão no twitter assim como a Veja, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, e outros. A facilidade de se conectar ao twitter até pelo celular dá maior mobilidade ao repórter que está nas ruas de enviar a informação antes de chegar à redação. Toda essa adesão mostra um jornalismo que cada vez mais cai em qualidade. Era uma tendência já vista no jornalismo online, com informação cada vez mais rápida e menos explicativa.

A tendência do jornalismo nessa nova ferramenta é tão forte que uma faculdade da Califórnia está dando aulas de twitter para seus alunos de jornalismo. Outras instituições de ensino dos EUA acompanham essa medida para a adaptação ás novas mídias. Será essa nova mídia fará com que abandonemos o jornal impresso ou online? Como aconteceu na história de todos os meios de comunicação, a previsão é de que o twitter seja mais uma mídia entre as que temos hoje. Como dizia Mcluhan, o meio novo e o antigo convivem e se complementam.

Confira aqui qual faculdade da Califórnia oferece aulas de twitter.

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